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The Rejection of the Epicurean Ideal of Pleasure in Late Antique Sources: not Only Misunderstandings
Ramelli, Ilaria L. E. (Durham University (Regne Unit))
Università Cattolica del Sacro Cuore (Itàlia)
Angelicum. Pontificia Universita's Tommaso d'Aquino (Itàlia)

Títol variant: El rechazo del ideal epicúreo del placer en las fuentes tardoantiguas: no sólo equivocaciones.
Títol variant: A rejeição do ideal epicurista do prazer e seus inúmeros mal-entendidos nas fontes da Antiguidade Tardia
Data: 2014
Resum: Epicureanism was seen by its opponents, both ‘pagan’ and Christian, as the philosophy of pleasure and atheism. From the theological point of view, the accusation of atheism was incorrect, since Epicurus and the Epicureansadmitted of the existence of deities, and posited them as models of moral perfection, while denying their interest in human affairs, i. e. providence. This denial aimed at guaranteeing their imperturbability (ataraxia). From the ethical point of view, the ideal of pleasure (hedone), on which I shall concentrate here, was grossly misunderstood or distorted by the opponents of Epicureanism, who generally did not take into consideration the moderation, equilibrium, and serenity that the superior ‘catastematic pleasure’ (Epicurus’s real ideal of pleasure) involved. I shall analyse the attitude of late-antique sources, especially Christian, toward Epicureanism and its ethics. A great many of Usener’s and Arrighetti’s fragments of Epicurus indeed come from Christian late-antique authors, such as Clement, Origen, Eusebius, Lactantius, and Augustine, but other patristic authors should be added, such as Basil and Gregory of Nyssa. Even if patristic interest in Epicureanism is often critical, and sometimes imprecise or distorted, nevertheless it is tangible. I shall focus on the authors who make the most interesting use of Epicurean sources, particularly with respect to the ethical doctrine: Origen, Dionysius of Alexandria, Lactantius, Ambrose, Jerome and Augustine, Gregory Nyssen, and Nazianzen, the only one who really understood and praised Epicurus’s notion of hedone. I shall also argue that the fading away of the availability and use of good sources on Epicureanism, along with the disappearance of the Epicurean school itself, brought about an impoverishment in the understanding of, and hostility to, Epicurus and Epicureanism.
Resum: O Epicurismo foi visto pelos seus oponentes, tanto pagãos quanto cristãos, como a filosofia do prazer e do ateísmo. Do ponto de vista teológico, a acusação de ateísmo era incorreta, desde que o Epicuro e os epicuristas admitiram a existência de divindades e depositaram neles os ideais de perfeição, enquanto negavam seu interesse nos negócios humanos, isto é, a providência. Esta negação visa garantir sua imperturbabilidade (ataraxia). Do ponto de vista ético, o ideal de prazer (hedone), no qual eu irei me concentrar, foi grosseiramente mal-entendido ou distorcido pelos oponentes do Epicurismo, que geralmente não consideravam a moderação, equilíbrio, e serenidade que o “Prazer Catastemático” superior (verdadeiro ideal de prazer do Epicuro) envolvia. Analisarei a atitude em fontes tardo-antigas, especialmente cristãs, a cerca do Epicuro e sua ética. Grande parte de fragmentos do Epicuro de Usener e Arrighetti na verdade são de autores cristãos tardo-antigos, como Clemente, Orígenes, Eusébio, Lactêncio, e Agostinho, mas outros autores patrísticos deveriam ser adicionados, como Basílio e Gregório de Nyssa. Mesmo se o interesse patrístico no Epicurismo fosse frequentemente de crítica, e às vezes imprecisa ou distorcida, no entanto, é tangível. Focarei nos autores que mais se interessaram no uso de documentos do Epicuro, particularmente a despeito da doutrina ética: Orígenes, Dionísio de Alexandria, Lactêncio, Ambrósio, Jerônimo e Agostinho, Gregório Nyssen, e Nazianzeno, o único que realmente entendeu e elogiou noção de hedone do Epicuro. Também argumentarei acerca do desaparecimento da disponibilidade de uso de boas fontes sobre o Epicuro, juntamente com o desaparecimento da própria escola epicurista, que provocou um empobrecimento na compreensão e na hostilidade do Epicuro e epicurismo.
Drets: Tots els drets reservats
Llengua: Anglès
Document: article ; recerca ; publishedVersion
Matèria: Epicurisme ; Plaer ; Recepció cristiana ; Orígens ; Epicureanism ; Pleasure (ἡδονή) ; Christian reception ; Origen ; Gregory Nazianzen ; Epicurismo ; Prazer (ἡδονή) ; Recepção Cristã ; Orígenes
Publicat a: Mirabilia, Núm. 18 (January-June 2014) , p. 6-21, ISSN 1676-5818



16 p, 443.4 KB

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