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Tempo e eternidade : um modelo em Duns Scotus (c. 1265-1308) e uma nota sobre Francisco de Meyronnes (c. 1280-1327)
Pich, Roberto Hofmeister (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul)

Títol variant: Time and eternity : a model in John Duns Scotus (c. 1265-1308) and a note on Francis of Mayrone (c. 1280-1327)
Data: 2010
Resum: Desde um estudo seminal de Richard Cross, dúvidas foram geradas sobre o sentido das passagens scotistas sobre o conhecimento que Deus tem dos futuros contingentes, onde o Doutor Sutil teria, atipicamente, adotado uma forma de presentismo acerca do tempo. Em se fazendo uso das expressões de McTaggart, Cross reconheceu que Scotus está preso à linguagem de uma teoria-A (presentismo). Essa atitude traz dificuldades ao intérprete, não devendo obscurecer o fato de que a abordagem definitiva de Scotus parece favorecer uma teoria-B (aqui chamada de “estaticismo”) sobre a natureza do tempo. A exposição do tempo como agora fluente ocorreria, por primeiro, em Lect. I d. 39. Ali, Scotus rejeita aquilo que considera ser a visão de Tomás de Aquino acerca da atemporalidade de Deus – que implicaria uma teoria-B, por conseguinte, que a série-A “passado, presente e futuro” não existe. Neste estudo, busca-se clarificar os impasses criados através da inspeção dos três textos scotistas centrais ao debate – Lect. I d. 39 q. 1-5, Ord. I d. 38 q. 2 e d. 39 q. 1-5 e Rep. exam. I d. 38 q. 1-2, que lidam com a pergunta sobre o conhecimento que Deus possui de todas as coisas, segundo todas as condições de existência temporal. Uma breve nota sobre a posição de Francisco de Meyronnes acerca do estatuto ontológico do tempo pode ratificar a abordagem aqui oferecida.
Resum: Since a seminal study by Richard Cross doubts were raised about some Scotist passages concerning God’s knowledge of future contingents, where the Subtle Doctor would have adopted, atipically, a kind of presentism about time. Making use of McTaggat’s expressions, Cross recognized that Scotus is bound to a A-theory (presentism) language. This brings some difficulties to the interpreter, but it should not prevent anyone from concluding that Scotus seems at the end to favour a B-theory (here called “staticism”) on the nature of time. The exposition of time as a “fluent now” would occur for the first time in Lect. I d. 39. Scotus rejects there what he sees as Aquinas’ view on God’s timelessness – which would entail a B-theory, and therefore that a A-series of “past, present, and future” does not exist. In this study, a clarification of the dilemmas is pursued through the analysis of three key texts by Scotus on the subject – Lect. I d. 39 q. 1-5, Ord. I d. 38 q. 2 and d. 39 q. 1-5, and Rep. exam. I d. 38 q. 1-2, which deal with the question of the knowledge that God has of all things according to every temporal condition of existence. A short note on the position of Francis of Mayrone concerning the ontological status of time can confirm the approach offered here.
Drets: Tots els drets reservats
Llengua: Portuguès
Document: article ; recerca ; publishedVersion
Matèria: João Duns Scotus ; Francisco de Meyronnes ; Tempo ; Eternidade ; Conhecimento Divino ; Divine Knowledge ; Eternity ; Francis of Mayrone ; John Duns Scotus ; Time
Publicat a: Mirabilia, Núm. 11 (Juny-Desembre 2010) , p. 240-279, ISSN 1676-5818



40 p, 479.1 KB

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