(Universidad Santo Tomás. Escuela de Psicología (Xile))
| Títol variant: |
Psychosocial risk variables and mental health protection during the mental health during the Covid-19 pandemic : a cross-national study in iberoamerican countries |
| Títol variant: |
Variáveis de risco psicossocial e protecção da saúde mental durante a pandemia de covid-19 : um estudo transnacional em países iberoamericanos |
| Data: |
2023 |
| Descripció: |
16 pàg. |
| Resum: |
Antecedentes: la detección temprana de factores protectores y de riesgo es una acción importante en salud mental, las variables psicosociales regulan la salud mental de una población, haciéndose espacialmente valorable la observación de este tipo de variables bajo el contexto de pandemia por SARS-COV2. Objetivo: analizar variables psicosociales protectoras y de riesgo de la salud mental durante la pandemia por COVID-19 en cinco países iberoamericanos. Método: con un diseño exploratorio-descriptivo, transversal, se analizaron un conjunto de variables psicosociales no psicopatológicas en una muestra de 2883 participantes de 7 países iberoamericanos. Resultados: Se encontró que los afectos activantes negativos (desesperación, ansiedad, ira, irritabilidad, miedo) aportaban una mayor proporción de riesgo de deterioro del estado de ánimo, seguido por los afectos inactivantes, las cogniciones, los mecanismos biorreguladores y los aspectos socio-relacionales. Igualmente se encontró que el buen humor opera como factor protector de la salud mental. Conclusiones: pareciera que los procesos bottom up asociados a emociones primarias, tienen mayor probabilidad de deteriorar el estado de ánimo, esto puede orientar el diseño de políticas y el desarrollo de estrategias de intervención en poblaciones confinadas, no obstante, se necesita más investigación para confirmar nuestros hallazgos de manera tal que se genere una contribución a las acciones de salud pública regional e interregional durante y después del brote. |
| Resum: |
Background: early detection of protective and risk factors is an important action in mental health; psychosocial variables regulate the mental health of a population, making the observation of this type of variables spatially valuable in the context of the SARS-COV2 pandemic. Objective: to analyze protective and risk psychosocial variables of mental health during the COVID-19 pandemic in five Latin American countries. Methods: a cross-sectional, exploratory-descriptive design was used to analyze a set of nonpsychopathological psychosocial variables in a sample of 2883 participants from 7 Ibero-American countries. Results: It was found that negative activating affects (despair, anxiety, anger, irritability, fear) contributed a greater proportion of risk of mood deterioration, followed by inactivating affects, cognitions, bioregulatory mechanisms and socio-relational aspects. It was also found that good mood operates as a protective factor for mental health. Conclusions: it seems that bottom up processes associated with primary emotions are more likely to deteriorate mood, this may guide the design of policies and the development of intervention strategies in confined populations, however, more research is needed to confirm our findings in order to generate a contribution to regional and interregional public health actions during and after the outbreak. |
| Resum: |
Enquadramento: a detecção precoce de factores protectores e de risco é uma acção importante em saúde mental, as variáveis psicossociais regulam a saúde mental de uma população, tornando a observação deste tipo de variáveis espacialmente valiosa no contexto da pandemia SARS-COV2. Objectivo: analisar variáveis psicossociais protectoras e de risco da saúde mental durante a pandemia da COVID-19 em 7 países da América Latina. Métodos: com um desenho exploratório-descritivo e transversal, analisou-se um conjunto de variáveis psicossociais não psicopatológicas numa amostra de 2883 participantes de 5 países da América Latina. Resultados: Verificou-se que os afectos negativos activadores (desespero, ansiedade, raiva, irritabilidade, medo) contribuíam em maior proporção para o risco de perturbação do humor, seguidos dos afectos inactivadores, das cognições, dos mecanismos de biorregulação e dos aspectos sócio-relacionais. O bom humor também funcionou como um factor de protecção da saúde mental. Conclusões: parece que os processos ascendentes associados às emoções primárias são mais susceptíveis de deteriorar o humor, o que pode orientar a concepção de políticas e o desenvolvimento de estratégias de intervenção em populações confinadas. No entanto, é necessária mais investigação para confirmar os nossos resultados, a fim de contribuir para acções de saúde pública regionais e inter-regionais durante e após o surto. |
| Drets: |
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| Llengua: |
Castellà |
| Document: |
Article ; recerca ; Versió publicada |
| Matèria: |
Salud mental ;
Variables de riesgo y protectoras ;
COVID ;
Mental Health ;
Risk and protective variables ;
Saúde mental ;
Variáveis de risco e de proteção |
| Publicat a: |
Revista Latinoamericana de Psicología Positiva PsyCap, Vol. 7, (2023) , p. 85-100, ISSN 0719-4420 |